cona de advogada
Hoje foi dia de Robin dos Bosques, que é como quem diz de tentar acertar o alvo no meio duma floresta imensa. Nunca tinha visto tanto pintelho junto. A gaja, que conheci debaixo da mesa do seu próprio escritório (é advogada), disse-me que é assim para evitar infecções urinárias. Aliás, obrigou-me a lavar o zezinho com água e sabão antes desta aventura selvagem. E por mim pode ser, se é para evitar infecções não pode ser senão bom.
Estávamos a discutir o meu problema de herança quando deixei cair um lápis e me baixei para o apanhar. Dali dava para ver tudo, ou quase tudo, através da sua saia curta. Era cona mexida, de certeza, daquela que é capaz de se vir e lançar um jacto líquido até ao tecto. Apanhei o lápis mas já não me consegui levantar, tal era o tesão dentro das calças, e ela baixou-se também para me ajudar.
Lambeu-me a cara com a língua áspera, o que me excitou ainda mais (nunca gostei de beijos de gajas que só me querem para sexo) e disse-me que não havia nenhum enquadramento legal que pudesse impedir o contacto físico entre os nossos órgãos sexuais mesmo que eu fosse casado. E eu contactei, então. Ela deitou-se no chão e o zezinho lá foi, conhecer o mundo obscuro de Direito. Ela só me disse para estar quieto e ser ela a mexer-se, o que aceitei com agrado porque estava a bater com a cabeça no tampo da secretária.
Foi rápido e depois continuámos a discutir a minha herança. Eu ainda com o zezinho a espreitar pela barguilha e ela com os cabelos da cabeça tão enrolados como os da cona. Mas correu bem, acho eu. Quando for a tribunal depois confirmo.
cona de florista
Hoje raspei com o zezinho no cu duma gaja na fila do Pingo Doce. Eu estava para pagar uma garrafa de laranjada para mim e uma de aguardente para o meu puto, que o gajo teima em não dormir bem de noite. A gaja estava para pagar uns pacotes de bolachas, um quilo de batatas e uma coca-cola. Vi logo de onde é que lhe vinha aquela peida de meter medo ao susto tão grande que é. Ela também deve ter pensado que sabia de onde vinha o pau que se entesou mal lhe beijou umas das nádegas gordas. Vinha da aguardente com certeza, e eu nem lhe disse que a laranjada é que era para mim.
Fui contra ela já porta do supermercado quando a gaja se baixou para arrumar melhor o saco plástico. Não tivesse ela calças e tinha sido mesmo ali que o zezinho, qual 007, se tinha infiltrado naquele buraco lamacento por desvendar. Daí até levar a gaja para a cama foi um passo, quer dizer, para o banco de trás da carrinha dela que estava no parque de estacionamento. Pelo que deu para perceber é florista, pelo menos era o que estava escrito do lado de fora.
Do lado de dentro ela tirou as calças e pôs-se logo como quem quer levar no cu, mas o meu zezinho, que é coisa fina e comprida, prefirou contornar a obscuridade cósmica daquele buraco negro e aterrou já no pântano vaginal. Ela só protestou uns segundos, depois começou a gemer e a apalpar as próprias mamas com as mãos. As gordurinhas tremiam-lhe como se fossem papéis ao vento e eu divertia-me a ouvi-la. A cona dela era uma espécie de muita gelatina comprimida num copo de iogurte, doce e tudo. Quando o zezinho finalmente explodiu ela gritou tanto que eu tive medo que os vidros da viatura se partissem. Limpei a pontinha com a pele da nádega esquerda da gaja e fui embora, que isto com gajas da pequena burguesia é melhor não meter conversa (começam logo a mostar o património todo).
Talvez um destes dias, se me fartar de chupar ossinhos por aí, vá lá à loja dela comprar umas flores.
cona de cabeleireira
Não há cona que não goste duma boa esfregadela antes da penetração, seja com a língua ou com o dedo, mas cona que se preze gosta que o zezinho também esfregue um pouco antes de penetrar. É um bocado como tocar à campainha antes de entrar, que cona para mal educado há pouco. O problema foi há bocado, que para minha surpresa dei com uma cona que só queria que um gajo ficasse no tapete onde limpa os pés.
Dei-lhe de língua até começar a cuspir pentelhos, depois com o dedo anelar (ia lá ficando o meu anel de noivado) e até com a ponta do zé, mas cada vez que queria entrar ela mandava-me parar para voltar aos seus suspiros de quem se está quase a vir mas nunca mais vem.
As gajas que têm a mania que são finas mas trabalham em cabeleireiros rascas do Estoril são assim. Nunca mais engato nenhuma num local desses. É verdade que normalmente cona de cabeleireiro vem rapadinha e com cheiro a perfume, mas é mais difícil entrar ali do que no cofre da Caixa Geral de Depósitos. Acabei por desistir e raspei o zezinho até queimar e ela lá se veio.
Fico sempre na merda nestas situações, com as gajas quase a adormecer e o Zé ainda duro de tesão. Tive que lhe espetar o caralho nos lábios mas aquilo mais parecia que estava a tirar um anzol a um peixe morto. Acabei na casa de banho a bater uma e ela a ressonar como só uma cabeleireira sabe ressonar.
Não faz mal. A cona de amanhã será melhor.
fonte: http://asconasdaminhavida.blogspot.com/
Hoje foi dia de Robin dos Bosques, que é como quem diz de tentar acertar o alvo no meio duma floresta imensa. Nunca tinha visto tanto pintelho junto. A gaja, que conheci debaixo da mesa do seu próprio escritório (é advogada), disse-me que é assim para evitar infecções urinárias. Aliás, obrigou-me a lavar o zezinho com água e sabão antes desta aventura selvagem. E por mim pode ser, se é para evitar infecções não pode ser senão bom.
Estávamos a discutir o meu problema de herança quando deixei cair um lápis e me baixei para o apanhar. Dali dava para ver tudo, ou quase tudo, através da sua saia curta. Era cona mexida, de certeza, daquela que é capaz de se vir e lançar um jacto líquido até ao tecto. Apanhei o lápis mas já não me consegui levantar, tal era o tesão dentro das calças, e ela baixou-se também para me ajudar.
Lambeu-me a cara com a língua áspera, o que me excitou ainda mais (nunca gostei de beijos de gajas que só me querem para sexo) e disse-me que não havia nenhum enquadramento legal que pudesse impedir o contacto físico entre os nossos órgãos sexuais mesmo que eu fosse casado. E eu contactei, então. Ela deitou-se no chão e o zezinho lá foi, conhecer o mundo obscuro de Direito. Ela só me disse para estar quieto e ser ela a mexer-se, o que aceitei com agrado porque estava a bater com a cabeça no tampo da secretária.
Foi rápido e depois continuámos a discutir a minha herança. Eu ainda com o zezinho a espreitar pela barguilha e ela com os cabelos da cabeça tão enrolados como os da cona. Mas correu bem, acho eu. Quando for a tribunal depois confirmo.
cona de florista
Hoje raspei com o zezinho no cu duma gaja na fila do Pingo Doce. Eu estava para pagar uma garrafa de laranjada para mim e uma de aguardente para o meu puto, que o gajo teima em não dormir bem de noite. A gaja estava para pagar uns pacotes de bolachas, um quilo de batatas e uma coca-cola. Vi logo de onde é que lhe vinha aquela peida de meter medo ao susto tão grande que é. Ela também deve ter pensado que sabia de onde vinha o pau que se entesou mal lhe beijou umas das nádegas gordas. Vinha da aguardente com certeza, e eu nem lhe disse que a laranjada é que era para mim.
Fui contra ela já porta do supermercado quando a gaja se baixou para arrumar melhor o saco plástico. Não tivesse ela calças e tinha sido mesmo ali que o zezinho, qual 007, se tinha infiltrado naquele buraco lamacento por desvendar. Daí até levar a gaja para a cama foi um passo, quer dizer, para o banco de trás da carrinha dela que estava no parque de estacionamento. Pelo que deu para perceber é florista, pelo menos era o que estava escrito do lado de fora.
Do lado de dentro ela tirou as calças e pôs-se logo como quem quer levar no cu, mas o meu zezinho, que é coisa fina e comprida, prefirou contornar a obscuridade cósmica daquele buraco negro e aterrou já no pântano vaginal. Ela só protestou uns segundos, depois começou a gemer e a apalpar as próprias mamas com as mãos. As gordurinhas tremiam-lhe como se fossem papéis ao vento e eu divertia-me a ouvi-la. A cona dela era uma espécie de muita gelatina comprimida num copo de iogurte, doce e tudo. Quando o zezinho finalmente explodiu ela gritou tanto que eu tive medo que os vidros da viatura se partissem. Limpei a pontinha com a pele da nádega esquerda da gaja e fui embora, que isto com gajas da pequena burguesia é melhor não meter conversa (começam logo a mostar o património todo).
Talvez um destes dias, se me fartar de chupar ossinhos por aí, vá lá à loja dela comprar umas flores.
cona de cabeleireira
Não há cona que não goste duma boa esfregadela antes da penetração, seja com a língua ou com o dedo, mas cona que se preze gosta que o zezinho também esfregue um pouco antes de penetrar. É um bocado como tocar à campainha antes de entrar, que cona para mal educado há pouco. O problema foi há bocado, que para minha surpresa dei com uma cona que só queria que um gajo ficasse no tapete onde limpa os pés.
Dei-lhe de língua até começar a cuspir pentelhos, depois com o dedo anelar (ia lá ficando o meu anel de noivado) e até com a ponta do zé, mas cada vez que queria entrar ela mandava-me parar para voltar aos seus suspiros de quem se está quase a vir mas nunca mais vem.
As gajas que têm a mania que são finas mas trabalham em cabeleireiros rascas do Estoril são assim. Nunca mais engato nenhuma num local desses. É verdade que normalmente cona de cabeleireiro vem rapadinha e com cheiro a perfume, mas é mais difícil entrar ali do que no cofre da Caixa Geral de Depósitos. Acabei por desistir e raspei o zezinho até queimar e ela lá se veio.
Fico sempre na merda nestas situações, com as gajas quase a adormecer e o Zé ainda duro de tesão. Tive que lhe espetar o caralho nos lábios mas aquilo mais parecia que estava a tirar um anzol a um peixe morto. Acabei na casa de banho a bater uma e ela a ressonar como só uma cabeleireira sabe ressonar.
Não faz mal. A cona de amanhã será melhor.
fonte: http://asconasdaminhavida.blogspot.com/
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